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Entre Aspas

Contra ataque – Corre à boca miúda que o contra-ataque aos deputados da base que denunciaram o próprio governo já começou a ser arquitetado nos bastidores da política.

Coincidência um – O deputado Jaci Amanajás (PPS), defensor da primeira hora do governo, foi quem assinou uma das denúncias. Por coincidência ou não, o Hemoap deixou de receber recursos e corre o risco de paralisar atividades.

Coincidência dois – Já o deputado Agnaldo Balieiro (PSB), que também assinou a denúncia, já estaria em “banho maria”. Comentou-se ontem até na troca do diretor João Gomes, que por sinal vem fazendo um bom trabalho frente ao órgão.

Alarde geral – Depois da visita da PF em alguns locais públicos, na sexta-feira de carnaval, ontem era mais quem via os “homens de preto” andando por Macapá. Falavam até em operação federal. Que é isso?! Pelo visto, o amapaense ainda não se recuperou do trauma deixado pela Mãos Limpas.

Garoto propaganda – O prefeito Antônio Nogueira (PT) bem que poderia ser contratado pela Vivo para trabalhar como garoto propaganda. Ontem, em seu twitter, anunciava uma promoção de abada por R$ 50 com direito a um chip com R$ 12 de créditos da operadora. Acho que ele já está ensaiando um futuro publicitário depois do final do ano, quando largar a prefeitura.

Mudança – José Maria Lobato, ex-secretário de Educação, dormiu quinta-feira no cargo e acordou ontem fora dele. O petista após passar oito meses na pasta, foi trocado pelo Dr. Adalberto Carvalho Ribeiro, que ocupava o cargo de pró-reitor da Universidade Federal do Amapá (Unifap).

Adjunto – O governador também nomeou para o cargo de secretário-adjunto de Políticas de Educação a Profª. Dra Elda Gomes Araújo, Doutora em Educação pela Universidad de Jaén, UJAÉN, Espanha.

Gestão – Outra mudança ocorre no cargo de secretário-adjunto de Apoio à Gestão. O advogado Sebastião Cristovam Fontes Magalhães deixa o cargo e assumiu Lúcia Aparecida Furlan, mestranda em Educação pela Universidad Del Salvador, em Buenos Aires/AR, na área de Gestão Educacional.

Guerrilha – Uma mobilização conjunta de oito partidos, que reúnem 265 deputados federais, foi desencadeada para impedir que o recém-criado PSD tenha acesso ao fundo partidário e ao horário eleitoral gratuito de rádio e TV em tamanho proporcional a sua bancada na Câmara, hoje de 47 parlamentares em atividade.

Voto feminino – O Carnaval já passou, mas bem que as 71 milhões de eleitoras brasileiras poderiam ter saído ontem (24), às ruas comemorando. A data marcou 80 anos que o voto feminino entrou em cena.

Um direito – O voto feminino foi uma gentileza que fez à mulher brasileira o presidente Getúlio Vargas, ainda não ditador, a 24 de fevereiro de 1932, quando mandou publicar o primeiro Código Eleitoral do Brasil.

Agradeçam a ele – Se hoje as mulheres são maioria no eleitorado (52%), se elas dominam 24 dos 27 Estados brasileiros, se têm no Palácio do Planalto o mais poderoso dos 136 milhões de votos, que agradeçam ao caudilho gaúcho que, lá atrás, abriu-lhes as portas da política.

Exemplo – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse ontem que estenderá ao funcionalismo público estadual a Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na semana passada. Um decreto que impede a nomeação de servidores públicos para cargos de confiança.

Adesão - Bem que a ideia de Alckmin poderia pegar por essas bandas. Aliás, a deputada estadual Roseli Matos (DEM) já apresentou a iniciativa na Assembleia. Resta saber se o governador Camilo (PSB) vai aceitar ou não.

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