Apenas 15% dos blocos amapaenses foram arrematados no leilão da ANP

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Apenas 14 blocos, dos 97 oferecidos nas quatro áreas localizadas na Foz do Amazonas, costa amapaense, foram arrematados na manhã de ontem na 11ª Rodada de Licitações de Petróleo e Gás, da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocumbustíveis (ANP).
A rodada, a primeira em cinco anos, foi realizada durante todo o dia de ontem, com oferta de 289 blocos em 23 setores, distribuídos em onze bacias sedimentares e totalizando 155,8 mil km² de área de prospecção de petróleo e gás natural.
Dos 289 blocos oferecidos, 166 localizam-se no mar, sendo 94 em águas rasas e 72 em águas profundas. Os outros 123 blocos estão localizados em terra.
As empresas ou consórcios vencedores da licitação da Foz do Amazonas devem investir um total de R$ 1.642.489 bilhão na fase de exploração das áreas, o que deve ocorrer num prazo de 5 a 8 anos. Para arrematar os blocos licitados na costa amapaense, as empresas pagaram um bônus total de aproximadamente R$ 802 milhões. Os recursos dos bônus são destinados à ANP, realizadora da licitação.
A oferta de blocos na Foz do Amazonas era uma das que estavam cercadas de mais expectativas na 11ª Rodada. Dos 155,8 mil km² da área total leiloada na rodada, 44,5 mil km² eram de blocos na costa do Amapá. Contudo, com os 14 blocos adquiridos pelas empresas licitantes, apenas 10.543 km² foram arrematados, o que representa cerca de 23% da área total oferecida na região.
A primeira área licitada na costa do Amapá, denominada de SFZA-AP1, foi a mais disputada. Dos nove blocos oferecidos, oito foram arrematados, totalizando 6.131 km², de uma área total de 6.705 km². A área rendeu bônus de R$ 750.130.173,00, incluindo o valor recorde de R$ 345.950.100 milhões pelo lote FZA-M-57, arrematado pelo consórcio formado pelas empresas Totasl E&P Brasil, Petrobras e BP EOC.
O mesmo consórcio, no qual a Total E&P tem 40% de representação, a Petrobras, 30% e a BP, 30%, arrematou outros quatro lotes nesta mesma área. Os demais lotes da SFZA-AP1 foram vencidos um pela OGX, um pelo consórcio BP EOC (70%) e Petrobrás (30%) e um pelo consórcio Queiroz Galvão (35%), Premier Oil (35%) e Pacific Brasil (30%).
Localizada em águas profundas, a SFZA-AP1 fica às proximidades de bacias petrolíferas exploradas com êxito na Guiana Francesa e daí o maior interesse das empresas na aquisição dos blocos nela incluídos.
A segunda área de águas profundas na costa amapaense, a SFZA-AP2, com seis blocos, teve apenas um deles arrematado. A empresa vencedora foi a multinacional BHP Billiton, que pagou bônus de R$ 20,1 milhões pelo bloco e planeja investir R$ 52,3 milhões na fase de exploração da lavra. Os outros cinco lotes não foram arrematados. Apenas 2.301 km², dos 11.509 km² oferecidos nessa área foram adquiridos.
As duas outras áreas da costa amapaense, na Foz do Amazonas, são de águas rasas, a SFZA-AR1 e SFZA-AR 2.
Na primeira, foram oferecidos em leilão 56 blocos, mas apenas dois foram adquiridos, um deles pela empresa Brasoil Manati, que pagou R$ 5.987.885 milhões de bônus, e o segundo pela Ecopetrol, com bônus de R$ 4 milhões. As duas empresas planejam investir R$ 14,3 milhões nos dois blocos, na fase de exploração do trabalho.
Por fim, a área SFZA-AR 2, da qual foram oferecidos 26 blocos, apenas 3 foram arrematados, com bônus total de R$ 22.604.524 milhões. Dois blocos da SFZA-AR 2 foram adquiridos pela Brasoil Manati, que pagou R$ 12,5 milhões de bônus. Um bloco foi adquirido pela BHP Billiton, com pagamento de R$ 10,05 milhões de bônus. Na fase de exploração dos três blocos, as duas empresas devem investir R$ 57,7 milhões. (Publicado no Jornal do Dia desta quarta-feira)

Apenas primeiro lote da Foz do Amazonas desperta interesse das petroleiras

O primeiro lote da bacia da Foz do Amazonas, localizada nas águas do Estado do Amapá, na região norte do país, foi o que despertou até o momento o maior interesse das grandes petroleiras durante a 11ª rodada de licitações da ANP (Agência Nacional de Petróleo), em meio ao desinteresse pelos outros lotes da região.
A área se tornou atrativa após descobertas importantes feitas na Guiana Francesa. A região tem potencial para a produção de gás natural e óleo leve. Foram ofertados nove blocos no primeiro dos quatro lotes de áreas na bacia. Apenas um bloco não despertou o interesse das empresas.
ANP prevê arrecadar pelo menos R$ 2 bi com leilão de blocos de petróleo e gás
O maior lance do leilão até o momento, de R$ 345,9 milhões, foi feito por um consórcio no qual a Petrobras é minoritária.
Liderado pela francesa Total (40%), o consórcio, que tem participação da Petrobras (30%) e da BP (30%), levou cinco dos nove blocos ofertados. O grupo pagou R$ 621,3 milhões pelos ativos.
A OGX adquiriu um bloco por R$ 30 milhões, vencendo disputa contra a britânica BP. A oferta da petroleira de Eike Batista mais que dobrou a segunda oferta, de R$ 10 milhões, feita pela BP.
A BP adquiriu um bloco, em parceria com a Petrobras, com lance de R$ 44,5 milhões. A britânica terá participação de 70% e a Petrobras de 30%.
A brasileira Queiroz Galvão comprou por R$ 54,1 milhões um bloco em parceria com a panamenha Pacific Brasil Exploração e Produção.
Ao contrário do primeiro lote, a parte leste da Bacia da Foz do Amazonas, chamada SFZA-AR1, teve um grande índice de blocos não adquiridos.
Foram ofertados 56 blocos na área, mas apenas dois foram adquiridos, gerando uma arrecadação de R$ 9,9 milhões. As brasileiras Brasoil Manati e Ecopetrol foram as únicas que adquiriram blocos na área. A Brasoil pagou R$ 5,9 milhões e Ecopetrol, R$ 4 milhões.
O terceiro lote, que ofertou seis blocos na parte oeste, vendeu apenas um bloco, por R$ 20,2 milhões. A mineradora BHP Billiton foi a arrematante.
O quarto lote, localizado na parte sul da área, ofertou 26 áreas, mas teve apenas três blocos adquiridos. O total arrecadado com os lotes foi de R$ 22,6 milhões.
Novamente, a mineradora BHP comprou um bloco, por R$ 10 milhões. Além dela, a brasileira Brasoil Manati levou dois blocos, por R$ 12,5 milhões no total.
No leilão que ocorreu ontem (14) e que continua hoje (15), serão oferecidos 289 blocos, totalizando 155,8 mil km2 em 11 bacias: Barreirinhas, Ceará, Espírito Santo, Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Parnaíba, Pernambuco-Paraíba, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Tucano.
Desses 289 blocos, 166 estão localizados no mar, sendo 94 em águas profundas e 72 em águas rasas, e 123 em terra. (Publicado no Jornal do Dia desta quarta-feira)

Entre Aspas

De um lado e outro – O governo não dormiu no ponto e correu pelos dois lados. Tanto chamou o sindicato dos professores para conversar e buscou ao mesmo tempo apoio no Judiciário.

Sem confiança – Do jeito que o governo estadual tenta resolver esse tipo de situação não há como existir confiança por parte dos professores. Imaginem: eu te chamo para entrar em um acordo e ao mesmo tempo busco a Justiça já visando que nossa conversa não vai dar em nada. Onde está o poder de convencimento do GEA? Não existe?

Só para garantir – Para os professores, esse tipo de comportamento anula qualquer tipo de negociação que estivesse em andamento com a Secretaria de Educação. É aquele tal negócio: vou tentar um acordo amigável contigo, mas só para garantir vou te jogar na Justiça como quem não quer nada…

Greve sem fim – O desembargador Constantino Brahuna disse que decidiu pelo fim da greve por conta de que o movimento não pode ser indeterminado. Não entendi, afinal de contas, quem vai estabelecer o fim do protesto são as partes podendo ou não entrar em acordo. Ou será que existe um prazo para que as greves aconteçam? Particularmente, nunca vi. Para Aroldo Rabelo, o Judiciário fugiu do assunto.

Petróleo – A ANP comemora o resultado do leilão na Foz do Amazonas, apesar de apenas 14 blocos terem sido arrematados. Para eles, o importante é que foram adquiridos blocos em áreas de águas profundas, em região com perspectivas promissoras e por empresas com capacidade técnica para desenvolver pesquisas que existem alto investimento e conhecimento tecnológico.

Pesquisas – Se as pesquisas forem bem sucedidas, as demais áreas vão acabar se valorizado. Além disso, um dos blocos da costa amapaense alcançou o maior valor já oferecido como bônus (R$ 345 milhões) por um bloco de exploração, em todas as rodadas já realizadas pela ANP.

Futuro – Além desse primeiro momento, existe a perspectiva de investimento de R$ 1,6 bilhão na fase exploratória. Ou seja, para o Amapá tem muita coisa em jogo e as autoridades precisam acordar junto com a população para esse novo momento que está por vir.

Ignorado – Mesmo que o tal lote da foz do Amazonas tenha sido o destaque da rodada, o nome da costa do Amapá praticamente foi ignorado pela imprensa nacional. Para os principais sites de notícias, a 11ª Rodada teve a oferta dos blocos das bacias sedimentares Potiguar, Espírito Santo, “Pará-Maranhão”, Ceará, Pernambuco-Paraíba, Sergipe-Alagoas, Tucano e a Bacia do Recôncavo.

Real & virtual

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Rodolfo Juarez

O comentário que fizemos na semana passada sobre o país que os dirigentes e pessoas influentes do PT apresentaram durante dez minutos, em rede nacional de televisão, mereceu uma série de observações, com a maioria confirmando os pontos destacados no artigo.
Essa espécie de corroboração na avaliação feita é interessante porque confirma o que poderiam ser o pensamento individualizado e, por isso, poderia ser fruto de engano ou de uma visão parcial daquilo que fora dito e destacado.
Enumerar ações e resultados que não passaram de projetos ou vontades, como se já estivesse concretizado e à disposição da sociedade, quando não está à disposição e muito menos em uso social, é de certa forma, desafiar a compreensão das pessoas e da população brasileira que, atônita, olha para os lados e não vê nada daquilo que os dirigentes estão afirmando em seus relatos.
É por isso que se avalia que os atuais responsáveis pela gerencia dos interesses da população brasileira não percebem que os resultados prometidos não foram alcançados, mesmo assim insistem como se tudo tivesse acontecido conforme a vontade e no tempo que, se fosse levado a sério, seria realizado.
Como se trata de mensagem dos dirigentes nacionais, os dirigentes estaduais e municipais, cada qual com a sua peculiaridade e o seu interesse, desenha, também, o seu “estado virtual” ou o seu “município virtual”. É por isso que, também nas propagandas, são anunciadas condições que não correspondem às realidades, nem do Estado do Amapá e nem da maioria dos municípios amapaenses.
Basta buscar nas imagens apresentadas pela televisão, comparações com a realidade para perceber a distância entre o real e o virtual.
E isso não é de agora!
O problema é que essa situação prejudica a todos, pois os que esperam, continuam esperando; e os que prometem, continuam prometendo, às vezes até inocentemente, devido a sua restrita condição de avaliar o que real e o que é virtual, provavelmente na sombra da especial confiança que o mandatário tem no auxiliar e pela pouca importância que este auxiliar dá para a verdade.
É por isso que os mandatários acabam anunciando que moramos em uma cidade que oferta escola pública para todos, que tem atendimento de saúde para quem procura, que o esporte e o lazer constituem prioridade do setor público, que o meio ambiente está preservado, a segurança é suficiente para dar tranquilidade a todos e que há pleno emprego e prosperidade.
Muito embora a população saiba – e muito bem -, que nada disso é verdade e que, ao contrário, faltam vagas nas escolas públicas, o atendimento para quem procura é precário, que o incentivo e apoio ao setor de esporte ou lazer é insuficiente ou insipiente, que o meio ambiente não é preservado, que o sistema de segurança não é suficiente, que não há emprego e muito menos prosperidade.
São os dois planos: um, que é descrito pelos governantes e seus aliados, o plano virtual; outro, que é vivido pela população, o plano real.
Devido a essa falta de compreensão da realidade, de vez em quando os perigos da inflação, do desemprego, das quedas no PIB, do aumento do juros, da deficiência na infraestrutura, entre outras coisas, não são percebidos e só são enfrentados quando fortemente provocados pela sociedade ou no sentimento de autodefesa para manutenção do status.
É provável até, que o aumento das desigualdades regionais, em todos os setores, seja consequência dessa visão irreal e distorcida que os mandatários insistem em querer ver ou sentir.
Enquanto isso a população vai procurando meios para suportar o insuportável, compreender o impossível e conviver com as descrições falsas de pessoas verdadeiras em quem, um dia (ou 10 segundos) confiou.

Entre Aspas

Sem atenção – Um dos assuntos mais polêmicos da atualidade não vem recebendo a devida atenção das autoridades amapaenses. A rodada de leilões da ANP tem como destaque a costa do Amapá. Mesmo assim, até agora, só vi o promotor Moisés Rivaldo e o senador Randolfe Rodrigues falando sobre o assunto.

Desleixo – O Amapá tem em seu histórico um reprovável desleixo quando o assunto é exploração de recursos naturais. O embalo inicial foi com a Icomi que mandava e ditava leis no município de Serra do Navio. Diziam que nem o governador da época pisava por lá sem a devida autorização.

Bastidores – Com a saída da Icomi do Estado, a exploração mineral e de riquezas naturais passou a ser um assunto de bastidores. Poucos sabiam algo sobre essas relações comerciais. Era um vende-vende, um compra-compra que quando viram chegaram ao cúmulo de vender a Estrada de Ferro pelo valor simbólico de R$1.

Interesses – Depois entraram as mineradoras da vida. Mas, o que se via muito mesmo eram os helicópteros dos poderosos sobrevoando os céus do Amapá, porém, sem muitas explicações. As transações eram milionárias, despertando cobiças dos granados, investidores e golpistas de tudo quanto é parte do mundo.

Não sabemos – Nesse fogo cruzado de interesses, as autoridades amapaenses pareciam hipnotizadas. Bastava falar em exploração de recursos naturais que logo começava o jogo de empurra-empurra. Nunca ninguém sabia de nada.

Podem levar – Agora, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) abre leilões para vender a quem interessar possa áreas para pesquisa e futuras explorações de petróleo e pré-sal. Estima-se que os valores são da casa de bilhões. Claro, tudo para os cofres do governo federal. Enquanto isso, o Amapá parece que continua preguiçoso, deitado numa rede, vendo tudo passar. Vamos acordar, povo tucuju…

Royalties – Ontem, o prefeito Clécio (PSOL) assinou um Projeto de Lei que destina 100% dos royalties de petróleo do município de Macapá para a educação.

Fora de hora – Para o promotor Moisés Rivaldo, não é a hora de discutir royalties, mas sim, os detalhes das pesquisas e o que o Amapá poderá ganhar caso a exploração seja efetivada.

De barriga cheia – Ainda não vi, até agora, nenhum órgão estadual se manifestar a respeito do assunto, o que demonstra um total desinteresse do governo por um assunto que certamente vai gerar dividendo para o Estado. A meu ver, tem horas que o governo parece aqueles pobres com rei na barriga. Passa um aperto danado, mas se porta como se estivesse de barriga cheia.

Entre Aspas

Intimado – A Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) intimou a depor hoje (13), o presidente da Federação Amapaense de Futebol (FAF), Roberto Góes.

Na fila – O vice-presidente da FAF, Paulo Roberto Rodrigues, e o árbitro da FAF, Claudio Jorge Silva Costa, também receberam a mesma correspondência.

Tema – As intimações são referentes ao caso do Amapazão de 2012 que terminou na Justiça. O horário do julgamento está marcado para as 18 horas no Tribunal Pleno do STJD no Rio de Janeiro.

Reclamações – Sobraram reclamações no comércio sobre as entregas de móveis e eletroeletrônicos. Se for para vender se vende de qualquer jeito, mas a logística das entregas e montagens é complicada.

Na caixa – Muitas mães, hoje festejam seu dia junto aos familiares, aborrecidas pelos presentes encaixotados nas salas. Mas o mais importante é ter saúde e está rodeada dos filhos.

Perigo – Motocicletas e triciclos que entregam gás e água mineral precisam passar por rigorosas manutenções. Como roda mais de 12 horas por dia, a manutenção preventiva é essencial para a segurança dos condutores, dos outros veículos automotores e pedestres.

Falhas – Pneus carecas, parte elétrica como os piscas não funcionando e falta de extintores de incêndio são algumas das falhas mais observadas.

Mudança – Por conta do último concurso público, um centenário cartório de emolumentos deve deixar suas atividades em Macapá muito breve, dando lugar a outro.

Dando a vez – Por determinação legal, todo o acervo do antigo cartório deve ser deixada nas mãos da nova concessão. Em São Luís (MA), um velho cartorário que perdeu a permissão se trancou dentro do prédio e ameaçou tocar fogo em tudo. Devidamente demovido do espírito de Nero pelos familiares.

Início – A CR. Almeida já iniciou os trabalhos de terraplenagem para a pavimentação dos Ramais da Bacabinha e Base Aérea, em mais ou menos 40 km ligando a BR 156 ao município de Amapá.

Discordância – O desentendimento entre o Governo Federal e a empreiteira se deve a discordância do preço que diz está defasado para o restante da pavimentação em torno de 10 km até o distrito de Carnot, em Calçoene. Os ramais estão sendo pavimentados por conta do Governo do Amapá e a pergunta é: houve licitação?

Desespero – Falando em governo Camilo, há quem confirme desespero daqui pela frente por conta da possível não liberação do empréstimo de R$ 1 bilhão junto ao BNDES.

Desculpa – Inclusive a presidenta Dilma tem recebido reclamação dos governadores aliados diante da demora na liberação dos recursos. A desculpa foi clara e direta: o problema todo é a crise mundial. Os mais críticos dizem que em 2014 o discurso será outro. Alguém duvida?