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Entre Aspas

Reclamação – Aqui em Macapá virou moda os promotores de eventos anunciarem uma coisa e oferecer outra. Nos últimos eventos que fui foi assim: falam que vão oferecer mundos e fundos e na hora o serviço é uma negação e de péssima qualidade.

A mesma coisa – Essa realidade não foi diferente no último final de semana, quando ocorreu o show do grupo Estação Sambô, ocorrido no Ceta Ecotel. Pelo jeito, pimenta nos olhos dos outros é refresco!

A desejar – Se por um lado o grupo Sambô vem tendo na mídia do plim-plim anuncio em horário nobre, por outro em Macapá realizou um show onde a organização do evento deixou (e muito) a desejar.

Assim não dá – No open bar montado no evento, o serviço oferecido era de matar qualquer um de raiva. Fazendo uma comparação bem otimista, foi o mesmo que ter colocado quatro atendentes dentro de uma sapateira para dar conta de mil pessoas. Assim não dá Malagueta!

Decepção – Quem gastou um pouco mais, comprando um ingresso de R$ 130 (antecipado) para ter comodidade no tal “tapete vermelho” com bebida de graça, acabou decepcionado. Para se ter uma ideia, a fila para pegar bebida era comparada aquelas do leite quando o Amapá ainda era território. Um verdadeiro inferno em forma de atendimento.

Sem providências – Eu gostaria de saber onde estão a Promotoria do Consumidor e o Procon nessas horas. O que muitos promotores de eventos estão fazendo com os consumidores em Macapá é um flagrante desrespeito tipificado no Código de Defesa do Consumidor. Porém, não sei o que acontece que esse tipo de situação continua passando despercebida por ambos os órgãos fiscalizadores e ninguém toma providência.

Arrecadação – O vice-prefeito Alan Salles promete aumentar a arrecadação municipal. Já sabe que se ficar dependendo de recursos federais e estaduais não vai dar para trabalhar. Ontem, ele reuniu secretários e já montou uma comissão para traçar estratégias. Seguro de si, Alan já disse que não vai ser bicho de sete-cabeças…

Enquanto isso – O Senado já gastou R$ 714 mil para discutir a reforma de cinco códigos e leis brasileiras, mas nenhuma das propostas ainda saiu do papel. Só em passagens aéreas para a participação de especialistas convidados, o Senado desembolsou R$ 603,9 mil.

Notáveis – Estão em debate os códigos Penal, Civil, Eleitoral, direito do consumidor e o pacto federativo, entre outros. Os especialistas não recebem salário para integrar as comissões. Em contrapartida, têm as despesas relacionadas ao trabalho bancadas pelo Senado. Entre os “notáveis” chamados para discutir as mudanças, estão juristas e ex-ministros como Nelson Jobim e Everardo Maciel.

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