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Entre Aspas

Coisas do Amapá – A OAB Amapá está sob intervenção federal, mas o ex-presidente deposto por abuso do poder econômico, Paulo Campelo, poderá concorrer livremente ao próximo pleito. É mole?

Moralidade – Não sou contra o nome de Campelo ou de qualquer outro candidato para a OAB, mas acredito que a regra da boa moral não condiz com seu nome novamente na disputa.

Bem longe – Se foi comprovado que Campelo foi favorecido por um esquema de compra de votos, no mínimo ele deveria ser o primeiro a passar bem longe daquela instituição que prima pela Justiça. Se não for para ser assim, para quê então anularam o pleito?

Sem coincidência – Depois que o esquema utilizado nas últimas eleições da OAB foi desmascarado, ficou claro para muita gente porque pessoas intimamente ligadas ao governo do Estado comemoraram a vitória nas redes sociais. Com o apoio dado via Defenap não tem quem não ganhe…

Adiós – O comportamento típico do ser humano é tentar angelizar aqueles que partiram para o além. Assim, não está sendo diferente com os pró-chavistas que com a morte do tenente-coronel e presidente venezuelano.

Rir ou chorar – O certo é que, nessa terra, ninguém é santo. Se a metade do mundo chora hoje a morte de Chávez, a outra metade respira aliviada a morte do líder que “destruiu a democracia no país e provocou seu isolamento internacional”. E aí, você vai rir ou vai chorar?

Nova promessa – Ministro Gilmar Mendes fez nova promessa aos servidores federais que esperam manifestação quanto ao Plano Collor. Disse que até o final desse semestre ele dá o veredito.

Expectativa – Para quem não lembra, no STF rola um processo envolvendo servidores do Plano Collor do Ceará. Se a decisão for favorável aos nordestinos, o Amapá entra de carona e consegue reaver o pagamento. Enquanto isso, cerca de R$ 6 milhões deixaram de circular na economia do Estado com a retirada do plano.

Aposentadoria – Para evitar a perda de profissionais qualificados do serviço público em condições de se aposentar, o governo federal ampliou nos últimos anos o gasto com o chamado abono permanência, gratificação paga para o servidor continuar na ativa.

Distorções – Mais do que o peso dessa despesa nas contas públicas, a prática evidencia distorções no sistema do funcionalismo. A principal é que, segundo estimativa do próprio governo, na média dos últimos cinco anos, 80% dos que adquirem o direito à aposentadoria preferem continuar trabalhando, o que interessa aos dois lados.

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