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Entre Aspas

Primeira decisão – Não demorou muito para que a greve dos professores fosse parar na Justiça. Ontem, foi divulgada a primeira decisão do caso: o governo tem dez dias para provar que negociou com os professores. E agora, Camilo?

Descuido – O Judiciário vem acompanhando o movimento grevista dos professores com uma lupa tamanho extra grande. Foi a própria Justiça que colocou um fim no ano passado na paralisação. Esse ano, qualquer descuido do sindicato dos professores poderá ser fatal para uma nova derrota.

Rejeitado – O pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá julgou na tarde de ontem (8) a ação movida contra o juiz federal João Bosco. O relator do processo, Juiz Ernesto Collares indeferiu o pedido, sendo acompanhado à unanimidade pelos juízes Cassius Clay e Elayne Koressawa.

Foi profissional – Bosco foi julgado por ter contratado os serviços do advogado do PMDB, partido do prefeito de Ferreira Gomes, Elcias Borges, que assumiu a cadeira após a cassação de Valdo Isaackson e seu vice. Segundo o juiz Collares, a relação entre Bosco e o advogado fora estritamente profissional, não comprometendo a participação do juiz no processo.

Enrolada – A policial militar Edjane de Nazaré Pereira de Brito está enrolada. Está sendo indiciada sob a acusação de ter mandado matar o marido, Edvaldo Fernando, sócio da empresa LMS, no dia 23 de fevereiro deste ano. Edjane deu três versões para tentar explicar a fatalidade. A polícia chegou à conclusão de que ela e outros quatro homens tiveram participação no crime. Ainda não se sabe o motivo.

Sem apologia – Hoje no Brasil ficou bem mais fácil ser viciado em crack do que ter um emprego para ganhar dois salários mínimos. Vejam essa: famílias com parente dependente de crack vão receber uma bolsa do governo do Estado de São Paulo para custear a internação do usuário em clínicas particulares especializadas.

Mamada – Chamado “Cartão Recomeço”, o programa deve ser lançado hoje com previsão de repasses de R$ 1.350 por mês para cada família de usuário da droga. Quem não quer uma mamada dessa?

Boicote – Após meses de negociação, o governo sinalizou que poderá boicotar a versão final da reforma do ICMS, principal fonte de receita dos Estados. Em jogo, estão cerca de R$ 450 bilhões que seriam repassados para os Estados no período de 20 anos. A importância disso para o Amapá então nem se fala. Cerca de 70% dos recursos que circulam por aqui vem de Brasília.

Desvantagem – A alteração que mais desagradou ao governo ampliou o alcance da alíquota de 7% de ICMS interestadual sobre os produtos que deixam as regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo para serem vendidos no resto do país. O governo havia concordado em fixar o percentual de 7% nestas regiões apenas para produtos industrializados e agropecuários, mas uma emenda ampliou o benefício para comércio e serviços, que antes ficariam com 4%. A modificação deixa em desvantagem as regiões Sul e Sudeste, que terão alíquota de 4%.

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