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Entre Aspas

Fora do baralho – Analistas políticos que outrora foram aliados do atual governo já começam a olhar para os lados em busca de novos e possíveis aliados para 2014. O pensamento, segundo eles, é só um: Camilo é praticamente carta fora do baralho.

Emperrado – As dificuldades que o governador do PSB vem enfrentando desde que sentou na principal cadeira do Setentrião são grandes. Como se não bastasse, não contou com uma equipe apurada e pronta para seus planos. A prova são as sequenciais mudanças feitas no primeiro escalão e os projetos emperrados aos montes nas gavetas das Secretarias.

Suicídio – Além do mais, as brigas intermináveis com as entidades de classe colocam Camilo Capiberibe em uma moldura pra lá de desgastada. Ou seja: lança-lo para a reeleição é quase um vôo kamikaze.

Outro nome – Se o PSB pensa em se manter no governo, deve logo pensar em um outro nome (que não seja o de Camilo) para lançar em 2014. E tem mais: precisa rezar e muito para conseguir um aliado-irmão como foi o PT em 2010.

Ciclo vicioso – Porém, se isso acontecer, duvido que o partido lance um nome fora da família Capiberibe. Todo mundo sabe que é assim: ou é João Capiberibe, ou Janete, ou Camilo. Fora isso, poucos tiveram chances e quando tiveram levaram peia.

Desgaste – É preciso que o clã Capiberibe tenha consciência de que seus projetos para o Amapá não arrancaram, não tiveram força para decolar. Precisam abrir o partido a novas mentalidades, novos nomes, longe daqueles que já estão batidos e o eleitor não quer nem ouvir. Fica a dica.

Endureceu – MEC anuncia mudanças no Exame Nacional do Ensino Médio. A principal, na prova de redação: erros e deboches, como escrever receita de macarrão, não serão tolerados. O que mais chama a atenção é que se agora o MEC tá querendo endurecer as correções, antes qualquer porcaria passava despercebida nas provas. Fazer o que…

Estratégia – Os professores estaduais em greve adotaram uma nova estratégia na batalha com o governo. Estão fazendo caminhadas junto a população para explicar, no corpo a corpo, porque cruzaram os braços. O culpado de tudo, claro, está sendo o governo.

Relação – Logo no segundo dia de greve os professores desceram a Cândido Mendes e mostraram quem são os “amigos” e os “inimigos” da Educação. Na relação de “gente ruim” tem uns quantos deputados estaduais.

Amigos e inimigos – Ontem, a caminhada com distribuição de panfletos aconteceu no bairro Congós, um dos mais populosos da cidade. Na comissão de frente da caminhada os professores carregam a foto dos políticos que votaram a favor e contra os professores. Tem parlamentar que já tentou conversar com a classe para saber como faz para sair da lista dos “inimigos”. A resposta foi clara: basta apoiar a revogação da lei da regência e tudo fica bem.

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